Do outro lado do mundo. A saga continua! 

Após 11 horas aguardando para a conexão em Frankfurt, finalmente chegou a hora de seguir viagem.

O vôo saiu no horário marcado, e confesso que após um dia de muita caminhada (considerando se meu estilo de vida sedentário), estava exausto.

Não poderia, entretanto, dormir sem uma cerveja muito boa, alemã, que havia provado no trecho anterior. Não sei como se escreve exatamente,  mas é algo tipo “warschitainer”…

Após 11 h de viagem a chegada a Shangai foi igual as outras vezes, fila enorme na imigração, uma boa muvuca na saída, e aí surge uma situação diferente. Com horário da solenidade de abertura marcado para as 18:00 cheguei a acreditar que daria tempo. Estava eu no ponto de táxi quando fui conduzido por um dos tantos cidadãos nativos que ficam “prospectando” passageiros no terminal 2. Me dizendo que os táxis não paravam mais naquele local me levou a um ponto no terminal 1. O preço do assalto seria 680 dinheiros deles. Ri na cara deles é sai, não sem antes ser abordado por eles querendo negociar. 

Coincidência ou não 600 dinheiros era também o preço de um chip sim Card, óbvio que não comprei, mas lembrei do noticiário na época da olimpíada no RJ acerca dos preços abusivos que se cobraram dos “gringos”. Me senti,  ao menos na precificação, como um deles…

Como já estava no terminal 1 não resisti em pegar o “Mag Leve”, uma engenhoca tecnológica que chega a andar a 330 kn/h. Desci no ponto final e aí peguei um táxi (ainda acreditando que chegaria a tempo de prestigiar a cerimônia de abertura). 

Uma hora depois chegava ao hotel (17:49 h). Além de perder a abertura tive que “brigar” com o taxista que me assaltou em 380 dinheiros deles. Como a minha referência era 200 dinheiros não resisti em dizer que o preço era muito alto, que estava sendo assaltado… De nada adiantou, a justificativa foi o “trânsito intenso”, mas, porque o dobro do preço???


Enfim, constatado que a melhor pedida é mesmo o metrô, uma das coisas que funciona melhor por aqui. Embora sempre cheios, te levam para qualquer lugar da cidade, por um preço em conta e sem trânsito.

Neste dia 07 de setembro, a parada militar por aqui será no recinto de exposições onde acontece a CIFF.

A expectativa é grande. Depois de uma longa viagem como esta, ver o estágio atual do mobiliário na Ásia, é o que valerá a pena.

Do outro lado do mundo. O setor moveleiro e a globalização.

Ainda que as modernas aeronaves tenham a cada dia maior presença nas frotas aéreas, ainda que os aeroportos estejam se modernizando em velocidade impressionante, continua sendo uma aventura chegar às feiras chinesas.

O “aquecimento” para as feiras Chinesas (CIFF e Funiture China) inclui esta verdadeira epopéia que teve inicio as 14:47 de domingo, dia 04 de setembro de 2016, no aeroporto de. Curitiba. 

Chegando em Guarulhos as 16:00 e embarcando as 18:40, foi numa rapidez que não é comum, especialmente em vôos deste trajeto.

De alguma forma, comum, foi chegar em Frankfurt as 11:00 da manhã e aguardar conexao as 22:10. Foram quase 11 horas de espera, o que me leva a recomendar, expressamente, que em viagens longas como esta, fujam destes programas de índio.

 O vôo de Frankfurt para Shangai, originalmente sairia as 16:00 h , no entanto, dias antes da viagem, ele foi “cancelado”,  restando esta opção nada agradável.

Deu tempo para dar um “rolé” em Frankfurt,  e ainda assim,  uma longa espera no aeroporto.

Andando pelas ruas centrais da cidade é de impressionar o  quanto a influência da imigração é notória e perceptível. De asiáticos a pessoas provenientes de países que adotam o islã como referencia, tornam a paisagem urbana da cidade mais “diversa” e, inclusive, tavez explique a vitória da direita “anti-imigracao” nas eleições recentes na região da Pomerânia. 

De resto, a sensação de que a Europa não é a mesma, desde a primeira vez que aqui estive. (1997), aliás nem teria como ser diferente, o mundo mudou, as pessoas mudaram, eu mudei. O que não mudou é a impressão de que a Alemanha continua sendo um ótimo destino, e também continua sendo muito bom viajar para a Europa.

Como vencer os desafios causados pela “turbulência” econômica atual no setor moveleiro.

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Após a mudança do governo, e por consequência da politica econômica, a grande expectativa que toma conta do pais é: “quanto efetivamente se notará mudança favorável no desempenho das empresas?”.

O que todos precisam entender e ponderar é que anos de descaminho não podem ser reequilibrados em uma semana, como se nota na reação equivocada de alguns.

O estrago causado pelos erros da matriz econômica adotada nos últimos anos é enorme, e isto por si só justifica a ansiedade com que todos esperam mudanças imediatas.

Por hora teremos que viver com oscilações de noticias, as vezes favorável (veja exemplo de noticia publicada pelo portal emobile: IEMI: varejo de móveis cresceu 5,1% em volume de peças em março dando conta de que “Produção de móveis aumentou 4,7% no mês de março,ante um aumento de 3,2% em fevereiro. Em relação a março de 2015 houve queda de 17,9%, e, recuo de 15,7% quando comparamos o 1º trimestre de 2016 sobre o 1º trimestre do ano anterior. No acumulado nos últimos 12 meses a retração foi de 17,0% em relação aos 12 meses anteriores, de acordo com o IBGE. (resultados sem ajustes sazonais)” , outras  vezes nem tanto favoráveis…

O que é preciso neste momento,  é sobriedade para olhar para os desafios e se preparar para o esforço que será necessário para “segurar as pontas” durante o tempo que demorar a construção do reequilíbrio (numa visão super otimista a partir de janeiro de 2017).

A estruturação da oferta ideal de produtos e serviços, associada à preparação da equipe comercial aos novos tempos é o grande desafio que pode fazer a diferença nesta travessia turbulenta. Não há que se esperar que as equipes comerciais produzam milagres através da oferta de um portfólio inconsistente e inadequado aos novos tempos, que clamam pode se objetividade e eficiência, tao pouco não pode se aceitar dos profissionais de venda, que estes não se reciclem e em suas formas e conteúdo.

Como você e sua empresa estão se preparando?

 

 

 

Ordem e progresso.

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12 de maio de 2016: Dia histórico para o Brasil.

Depois de 13 anos, intercalados entre períodos de otimismo (artificialmente ou não) e descrédito total, assumiu hoje interinamente (ou para os próximos 26 meses caso o processo de impeachment considere que a presidente eleita em 2014 seja efetivamente cassada em seu mandato), Michel Temer.

Em discurso proferido nos últimos dias, a presidente (agora afastada), se referiu a um desafeto, também em processo de afastamento, dizendo que ele iria: “antes tarde do que nunca”.

A politica e a economia tem o desafio, sob a liderança do presidente interino, de resgatar a confiança e capacidade de investimento por empresários e cidadãos.

No setor moveleiro tem sido recorrente nos últimos dias o aumento de informações sobre a desaceleração da atividade econômica.

Segundo dados divulgados pelo IBGE o segundo pior desempenho do varejo ficou por conta do setor de móveis e eletrodomésticos (-4,3%).

Todas as atividades do varejo pesquisadas pelo IBGE tiveram retração. O segmento de moveis e eletrodomésticos apresentou queda de 23.3%, sua pior serie histórica, desde 2001.

No setor moveleiro comenta-se sobre empresas que estão descapitalizadas, com impostos atrasados, as vezes sem recursos para honrar com a folha de pagamento. Ao mesmo tempo representantes comerciais que não viajam (estão sem dinheiro) e em alguns casos por isto também não vendem.

A posse do presidente interino não resolve por decreto nenhum dos problemas estruturais que foram instalados no pais pela politica econômica irresponsável adotada pela presidente afastada e seu grupo, no entanto, é preciso acreditar, para o bem e felicidade da geral, que a partir de hoje, sob a orientação do slogan “Ordem e Progresso”, efetivamente saiamos do buraco. A velocidade com que isto acontecerá não depende somente do governo, depende de todos nós, das nossas ações.

A esperança ira vencer o medo do caos.